Abrem mãos mórbidas janelas secretas.
Vejo segredos caindo.
Num Abismo incolor.
Sem fundo.
Infinito.
Moribundos por serem descobertos.
Forte vento norte que me arrasta.
Forte morte forte que ainda assusta este fraco ser o eu.
Sinto.
Não, penso sentir sempre
Quando na verdade raramente o faço.
Somente quando só sinto.
Este sentimento que só exploro
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
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